Entrevista da Bebe Rexha para Flaunt Magazine

A revista Flaunt falou com Bebe Rexha sobre seu álbum de estreia, Expectations, a importância de manter o controle criativo e ainda ter esses momentos de ‘me beslica’.

Vamos falar sobre o seu single “Meant To Be” ft. Florida Georgia Line. A vibe country é bem diferente do seu estilo habitual – o que fez você mudar as coisas?
Bebe Rexha: Foi bastante inesperado, mas eu acho que as melhores coisas da vida são inesperadas. É por isso que eu chamei o meu álbum Expectations, porque você nunca sabe o que vai acontecer. Tem sido uma jornada incrível e eu sou muito grata por isso. Eu nunca tinha feito country antes, então realmente não sabia o que esperar, e acho que foi a beleza disso.

Onde estava sua cabeça quando você estava criando o álbum? Quais foram às circunstâncias e emoções que a inspiraram?
Bebe Rexha: Eu estava pensando muito sobre a vida e como eu sempre esperei que ela fosse de certa maneira, mas isso me levou a um caminho diferente. A vida é melhor quando você simplesmente vai com o fluxo. Para mim, este álbum foi sobre mim tentando descobrir as coisas.

Você co-escreveu ou co-produziu todas as músicas do álbum – isso é muito raro. Deve ser extremamente importante para você manter o controle criativo.
Bebe Rexha: Sim, definitivamente. Havia algumas músicas que foram enviadas para mim e eu estava tipo ‘oh meu Deus, eu preciso ter essa música, ela fala comigo de uma maneira incrível’. Eu entrava e fazia-a como minha própria, trabalhando com o produtor para ajustá-la. Durante todo o processo, estive envolvida na produção de várias músicas. Eu não pude fazer de outra maneira. Para mim, escrever música tem sido como terapia. Eu não conseguia imaginar lançar um álbum ou uma música sem ser assim.

Você começou escrevendo músicas para outras pessoas. Que jornada você teve que seguir para chegar onde está hoje?
Bebe Rexha: Eu assinei meu primeiro contrato com uma gravadora quando tinha 18 ou 19 anos, mas estava escrevendo principalmente músicas pop para outras pessoas. Então eu entrei em uma banda com Pete Wentz chamado Black Cards. Nós viajamos o mundo por alguns anos e depois caímos então isso me estimulou a me concentrar nas minhas composições e no meu trabalho. Foi uma bênção disfarçada porque me ensinou muito sobre a indústria e aperfeiçoou o que eu posso fazer. Foi quando eu escrevi “The Monster”. Ninguém realmente entendeu a música porque eles achavam que era um pouco assustadora ou muito estranha, então quando Eminem entendeu eu fiquei emocionada. Isso realmente mudou o jogo para mim. Isso realmente mudou o jogo para mim. Isso mudou a perspectiva de todos de quem eu era e realmente destacou minhas composições, então quando eu transicionei para uma artista, eu nunca tive pessoas me dizendo o que fazer. Quando você escreve a música você mesmo, as pessoas realmente se conectam com ela em um nível diferente.

Você acha que já se acostumou com tudo – o sucesso e a fama?
Bebe Rexha: De jeito nenhum, eu ainda sinto que não pertenço a isso. Nunca foi entregue a mim em uma placa de prata, tipo, aqui vai, você é uma estrela! Eu sempre fui o azarão. Eu era um pouco peculiar, um pouco diferente, eu escrevia minhas próprias músicas. Mas eu sou tão favorável a outras mulheres e outros artistas.

Qual é a sua culpa?
Bebe Rexha: É difícil para eu gostar de estar no momento, estou sempre pensando na próxima coisa.

Tradução e Adaptação Equipe Rexha Brasil

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